1. 19:52 6th Sep 2014

    Notes: 44

    Reblogged from midnights-child

    midnights-child:

    Fancast Meme: The Mormont Women:

    Lindsay Duncan as Maege
    Bridget Regan as Dacey
    Jaime Alexander as Alysane
    Katie McGrath as Lyra
    Jennifer Lawrence as Jorelle
    Hailee Steinfeld as Lyanna

     
  2. 03:15 7th Aug 2014

    Notes: 2827

    Reblogged from davkett

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    (Source: hotsprite)

     
  3. 01:14 6th Aug 2014

    Notes: 147

    Reblogged from sustentalab

    ideiasgreen:

    Escadarias recebem #streetart. Artistas no mundo inteiro usam os degraus como local de expor suas artes.

    Debaixo para cima: Istambul (Turquia), Valparaiso (Chile), São Francisco (EUA), Santa Maria del Monte (Italia), Berlin (Alemanha), Valparaiso (Chile), Rio de Janeiro (Brasil), Angers (França), Chicago (EUA) e Valparaíso (EUA).

    via MNN

    Estive em quatro delas.

     
  4. Quem diria
    que eu conseguiria
    deixar ir?

    Eu, o mais só dos homens,
    e porque não dos seres,
    soltei a mão e empurrei
    em direção às águas.

    E enquanto ela afundava sorrindo
    Eu me afogava.

     
  5. Já tentei fazer poesia,
    já tentei tocar piano,
    em ambos tive sucessos
    mas sempre fui leviano.

    As rimas, quando se encaixam,
    são como as teclas tocadas
    no tempo em que deveriam,
    claramente planejadas.


    As teclas brancas, maioria,
    são as palavras vazias
    que estão no meio das frases.

    As negras são dissonantes,
    como as palavras que encerram
    os meus versos mais capazes.

     
  6. 01:59

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    Reblogged from hitrecord

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    hitrecord:

“dormido”
     
  7. passou na rua da minha casa uma dona
    que aparentava pobreza e, chorona,
    pediu doação de comida pras criança.

    mas ela não derrubou a porta da sala
    zombou das minhas coisa, chupou minhas bala.
    Não levou meu coração pra mostrar prazamiga.

    você é uma péssima pedinte.

    — Fernando Tomin, lembrando de dias esquecidos.
     
  8. Decidi que os dias já não me são úteis
    pra medir o quanto vivo nessa terra,
    pois neles não vivo: respiro e trabalho.

    Aurora, reduza sua marcha e deixa
    que as noites sejam longas mais que os dias
    trazendo consigo o grande regalo

    de estar com ela. são meus dias morte
    pois ela respiro, e o sol me priva
    do doce contato.

    Meus pulmões se queixam do vácuo que é
    a falta do perfume.
    Me suprime a alva,
    vivo do ocaso.

    — Fernando Tomin fez esse poema sob pressão.
     
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  10. 21:38 22nd May 2014

    Notes: 124577

    Reblogged from encapando

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    incidentalcomics:

Conflict in Literature

God vs No Man

    incidentalcomics:

    Conflict in Literature

    God vs No Man

     
  11. Metronômade

    podes decifrar meu passo?
    vês, de pauta em pauta sigo
    paulatino.

    pelo tempo e pelo espaço,
    por zonas destemperadas,
    assassino.

    fujo, volto.

    assim vivo o meu sonho
    de menino.


    *Escrito por mim hoje, enquanto a lua fingia ser sol.

     
  12. The Chess Play

    Nicholas Breton

    A secret many years unseen,
    In play at chess, who knows the game:
    First of the King, and then the Queen,
    Knight, Bishop, Rook, and so by name
    Of every Pawn I will descry
    The nature with the quality.

    THE KING

    The King himself is haughty care, 
    Which overlooketh all his men,
    And when he seeth how they fare,
    He steps among them now and then;
    Whom, when his foe presumes to check,
    His servants stand to give the neck.

    THE QUEEN

    The Queen is quaint and quick conceit,
    Which makes her walk which way she list,
    And roots them up that lie in wait
    To work her treason, ere she wist;
    Her force is such against her foes
    That whom she meets she overthrows.

    THE KNIGHT

    The Knight is knowledge how to fight
    Against his Prince’s enemies.
    He never makes his walk outright,
    But leaps and skips, in wily wise,
    To take by sleight a trait’rous foe
    Might slily seek their overthrow.

    THE BISHOP

    The Bishop he is witty brain
    That chooseth crossest paths to pace,
    And evermore he pries with pain
    To see who seeks him most disgrace.
    Such stragglers when he finds astray,
    He takes them up, and throws away.

    THE ROOKS

    The Rooks are reason on both sides,
    Which keep the corner-houses still,
    And warily stand to watch their tides,
    By secret art to work their will,
    To take sometimes a thief unseen
    Might mischief mean to King or Queen.

    THE PAWNS

    The Pawn before the King is peace,
    Which he desires to keep at home;
    Practice, the Queen’s, which doth not cease
    Amid the world abroad to roam,
    To find and fall upon each foe
    Whereas his mistress means to go.

    Before the Knight is peril placed,
    Which he, by skipping, overgoes,
    And yet that Pawn can work a cast
    To overthrow his greatest foes;
    The Bishop’s, prudence, prying still
    Which way to work his master’s will.

    The Rooks’ poor Pawns are silly swains,
    Which seldom serve, except by hap,
    And yet those Pawns can lay their trains
    To catch a great man in a trap:
    So that I see sometime a groom
    May not be spared from his room.

    THE NATURE OF THE CHESS MEN

    The King is stately, looking high;
    The Queen doth bear like majesty;
    The Knight is hardy, valiant, wise;
    The Bishop, prudent and precise;
    The Rooks, no rangers out of ray;
    The Pawns, the pages in the play.

    LENVOY

    Then rule with care and quick conceit,
    And fight with knowledge, as with force;
    So bear a brain to dash deceit,
    And work with reason and remorse;
    Forgive a fault when young men play,
    So give a mate, and go your way.

    And when you play, beware of Check;
    Know how to save, and give, a neck;
    And with a Check, beware of Mate;
    But chief, ware “had I wist” too late.
    Lose not the Queen, for ten to one,
    If she be lost, the game is gone.

     
  13. Vacina antiteTÂNATO

    É possível ser UMA pessoa? Temos uma vida fragmentada em momentos. e com uma frequência indefinida mudamos, isso é inegável, e também é certo que não podemos impedir esse fluxo de mudança. A questão é: até onde podemos nos ancorar a um desses fragmentos, e de que forma podemos nos manter num momento de nossa opinião pessoal? Não que eu almeje a proto teimosia. A urge é a afirmação constante de um determinado momento sobre os que virão. É a garantia de que todos os momentos tomem esse por referência, por régua. Não quero sublimar quem sou hoje, nem minha prioridade atual pra dar lugar a um novo eu que parece inevitável. Não pretendo também afirmar que atingi uma definição pessoal concreta. A verdade é que não encontro paz em mim, mas uma guerra estranhamente doce e extremamente coerente. Pareço haver conciliado fé, ciência e emoção. Esta, por sinal, está totalmente descontrolada, mas isso não me desespera. Será isso uma puberdade intelectual?

    Ontem novamente sonhei com o urso. E preferiria que não fosse sonho. Quando ele se aproximou de mim novamente me atrevi a enfrentá-lo com as mãos limpas. E novamente fui devorado. Sempre acordo e penso que deveria me fingir de morto ou fugir na próxima vez. Mas no sonho não há senso de próxima vez, o que me faz pensar no significado da repetição dessa morte.  Esse enigma de Tânato (o único que me resta) vem me incomodando há pelo menos um ano, mas só agora o relaciono a essa busca da definição pessoal. Se o urso (agora autófago) ilustra essa sobreposição de fragmentos, fugir não faria sentido, pois a fuga obviamente não teria fim, e fingir-me de morto consiste numa negação do momento atual, um ímpeto cego de ignorância. Ao me entregar ao urso estou cedendo parte de mim a mim mesmo. Mastigo minha carne e gero vida num segundo ser. O urso é a evolução do meu pensamento. Essa conclusão me alentou. Tenho a impressão de que o urso deixou definitivamente o bosque do meu sono.

    E um poema de agora:

    Metrônomo.

    Há amargura na fuga.
    Vazio sou no empate.
    Há plenitude na vida
    Se alguém te causa vontade
    Mas não há quem me apeteça
    Só sou e sôfrego traço
    Passos na areia, ou concreto
    E os dias me são cansaço
    O tom errado, errado,
    Tédio ditando o compasso,
    Vivo e sempre e sempre
    Mofo, vontade, mormaço.

     
  14. Peco por não ser
    o homem que meu eu garoto merecia.
    Peço ao eu garoto ainda vivo em mim mercê.

     
  15.